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domingo, 16 de junho de 2013 0 comentários

Matemática e as abelhas

Abelhas Sabem Matemática?


Você já olhou uma colméia e se perguntou porque as abelhas fazem cada compartimento na forma de um hexágono? Por que não um circulo? Por que não um quadrado? Será apenas estética?
Muitos estudiosos quebraram a cabeça para entender o motivo e descobriram que a resposta estava na matemática! Na realidade, na geometria, um ramo da matemática!

As abelhas constroem os favos com uma cera produzida por elas mesmas, por este
motivo elas precisam construir favos que utilizem pouca cera mas ao mesmo tempo tenham bastante espaço!

O hexágono é o formato que proporcionou maior eficiência para as abelhas neste sentido, pois com uma quantidade mínima de matéria prima, no caso a cera, a abelha tem favos mais espaçosos!


Outra vantagem que esta forma geométrica tem em relação a outras é o encaixe perfeito que você pode observar na figura ao lado! Se os favos fossem circulares, sobrariam espaços entre cada circulo!

Publicado por: Vanessa Apª R. Possebon
sábado, 8 de junho de 2013 0 comentários

VOCÊ SABIA?

Formigas são bons marinheiros e conhecem VETORES!!!

Ao sair para buscar comida, a formiga zanza de um lado para outro, indo e voltando, sem rumo certo. Ao fim de apenas uma viagem caminha centenas de metros. Para uma formiga  de 1 centímetro, andar 260 metros é o equivalente a um homem de 1 metro e 80 centímetros, andar 47 kilometros . Então como elas,  sem mapas,  sem bussolas ou GPS, conseguem voltar para casa apos um trajeto longo e sinuoso? E como voltam pelo caminho mais curto no sentido euclidiano do termo, isto é, numa linha reta?
Os Biólogos sabem que a maioria dos animais, inclusive as formigas, se orienta por meio dum mecanismo parecido com os dos marinheiros chamam de navegação estimada. Essa técnica inclui habilidade de reconhecer ângulos e a posição do Sol, já embutidas na formiga.

A formiga sai à procura de comida num plano cartesiano, ela traça vetores!!!!!




Publicado por: Selma Santos
quinta-feira, 6 de junho de 2013 0 comentários

VOCÊ SABIA?



O DIA NACIONAL DA MATEMÁTICA É DIA 6 DE MAIO, DATA DE ANIVERSÁRIO DO MATEMÁTICO MALBA TAHAN.
Ali Iezid Izz-Edim Ibn Salim Hank Malba Tahan ou simplesmente Malba Tahan é o pseudônimo do professor de Matemática Julio César de Mello e Souza. Ele nasceu no Rio de Janeiro, em 1895, e faleceu em 1974, no Recife, aos 79 anos.
Malba Tahan escreveu mais de uma centena de livros sobre Matemática Recreativa, Didática da Matemática, História da Matemática e Literatura Infanto-juvenil. A centralidade de suas histórias está em aventuras misteriosas, com beduínos, xeiques, vizires, magos, princesas e sultões. Entre suas obras está o romance O Homem que Calculava, já traduzido para doze idiomas. Nessa obra pode-se ler sobre as aventuras de Beremis, um árabe que gostava de resolver os problemas cotidianos com soluções matemáticas. É nesse livro que está publicado o problema dos 35 camelos, um dos mais famosos criados pelo autor. Os números e as propriedades numéricas eram, para Malba Tahan, como seres vivos. Ele dizia que existem números alegres e bem-humorados, frações tristes, multiplicações carrancudas e tabuadas sonolentas. Como um professor ousado para a época, ele gostava de ir muito além do ensino teórico e expositivo. Por isso, em suas aulas, Tahan elaborava enigmas para iniciar suas explicações. Em seu modo de brincar com as coisas da matemática, dizia que existem números alegres e bem-humorados, frações tristes, multiplicações carrancudas e tabuadas sonolentas, pois, para ele, os números e as propriedades numéricas eram como seres vivos. Malba Taham criticava duramente professores de matemática. Para ele “o professor de Matemática em geral é um sádico. Ele sente prazer em complicar tudo”. Ele também nunca atribuía notas “zero” nem reprovava seus alunos. Sobre essa postura ele perguntava: “Por que dar zero se há tantos outros números?”.
Um jornal havia rejeitado seus contos quando ele os assinou com seu verdadeiro nome. Então ele passou a adotar um nome falso para fingir que era um escritor de outro país. Com seu primeiro nome falso R. S. Slade ele conseguiu publicar uma história no mesmo jornal que já o havia rejeitado. Como a estratégia funcionou, ele decidiu usar sempre um pseudônimo estrangeiro. Mais tarde, escolheu Ali Iezid Izz-Edim Ibn Salim Hank Malba Tahan ou simplesmente, Malba Tahan, pois adorava escrever histórias árabes.
As obras de Malba Tahan permitem aprender conceitos de Matemática e constatar que a Matemática pode ser uma divertida e desafiante aventura quando estudada de forma dinâmica e criativa.
Retirado do site da Secretária de Educação do Paraná.

Sara Sanz

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